A QUE HORAS ESTAMOS DA NOITE?

Diz o texto: “Sentença contra Dumá. Gritam-me de Seir: Guarda, a que horas estamos da noite? Guarda, a que horas? Respondeu o guarda: Vem a manhã, e também a noite; se quereis perguntar, perguntai; voltai, vinde.” (Isaías 21:11-12)
Dumá na versão bíblica conhecida como Septuaginta é traduzido como Edom. Dumá foi um dos descendentes de Ismael (Gênesis 25:14 e I Crônicas 1:30) Alguns estudiosos da Bíblia tomam Dumá como um nome simbólico para Edom, já que a profecia menciona Seir. Havia, entretanto, um lugar chamado Dumá no deserto da Arábia, a leste de Edom, a qual estava conectada com os Ismaelitas.
Alguém em Edom pergunta nervosa e insistentemente ao profeta o que haveria de vir pela frente. A hora era de escuridão e perigo, e eles estavam ansiosos para saber quando chegaria a manhã trazendo alívio da ansiedade e do temor.
A resposta do guarda é misteriosa e esconde maus presságios. O guarda não dá nenhuma resposta definitiva, mas simplesmente diz que embora a manhã venha, outra noite chegará novamente..
O futuro reservava pouca esperança ou luz. O guarda vê as horas que estão pela frente como horas de escuridão e incerteza. Assim seria a história do povo Edomita.
Seir, também é conhecida como “cidade do silencio” ou “cidade dos mortos”, também tida como a cidade para onde eram levados os povos das Nações conquistadas ou escravizadas, para serem mortos pelos babilônios.
A semelhança com o momento que estamos vivendo é mera coincidência? Até parece que esta profecia é para nós família brasileira.
A luta que empreendemos não é, e não será fácil.
Quando vemos a velha negociata sendo imposta nesse novo momento político, quer me parecer que nossos representantes se venderam pelo preço de estrume de pombos, e ao invés de defenderem os interesses de nós que os colocamos no poder, defendem os bandidos e criminosos.
Estamos em densas trevas e quando clamamos: A que horas estamos da noite? Ouvimos simplesmente: “Vem a manhã, e embora o sol apareça, a noite voltará”. Parece-me que estamos em uma luta inglória!
Mas não será assim. Haveremos de ter bom futuro para nossos filhos! Quem viver, verá!
Desde 2002, ao estudarmos as Leis aprovadas no Congresso Nacional, percebemos que uma a uma vieram com o propósito de desconstruir a célula mater da Sociedade Brasileira, e com a sua destruição nossas crianças, propositalmente ficariam sem referencia de pai, mãe, enfim da família.
Fiquei tremendamente indignada quando ao analisar uma a uma, verifiquei que a meta maior de toda essa desconstrução social, o alvo maior somos nós MÃES e MULHERES.
Não é por menos que dia a dia, nos noticiários vemos mortes de mulheres juntamente com seus filhos e como de forma desordenada percebemos que os políticos embora perplexos com a situação, não trazem políticas publicas efetivas que venham combater o genocídio sem precedentes que está acontecendo no Brasil.
Na Taxa de feminicidio no Brasil somos a quinta maior do mundo isso não te incomoda?
Grande parte dessas mortes, pasmem, são mulheres e crianças que são cristãs, ou passaram pelos bancos de nossas Igrejas.
Somos o primeiro país em PEDOFILIA no mundo, entretanto as estatísticas afirmam que nos próximos anos seremos cerca de 60% de Cristãos no Brasil.
A pergunta que não pode calar: Como pode o numero de Cristãos crescerem e sermos o primeiro no ranking em pedofilia e o quarto em feminicidio? Tem algo acontecendo de errado em nossa pregação.
Concluo que o Evangelho que estamos pregando não tem gerado transformação de vidas.
A que horas estamos da noite? Infelizmente muitos estão dormindo e não percebendo o quanto precisamos vigiar.
Evangelho sem santificação jamais será possível ver a Deus. Muitos não tem procurado a santificação porque falta fé em acreditar que é possível sermos santos no presente século.
O mais grave de tudo. Não temos gerados crentes com fé, porque a Palavra genuína não tem sido a primazia em nossos Templos, logo sem fé é impossível agradar a Deus, mas a fé vem pelo ouvir e ouvir pela Palavra de Deus.
O amanhecer é certo, entretanto cabe a nós decidirmos que amanhacer queremos para nós, para nossa família, nossos amados, nossa Igreja e para a nossa Nação.
Somente a Luz da Palavra de Deus, pela fé, poderemos enfrentar este mundo tenebroso e termos visão do que está ocorrendo ao nosso redor.
Quando a Igreja (que somos nós) conscientizarmos da vida real, com ética, com princípios Bíblicos, transformaremos o Brasil que todos nós sonhamos de ordem, paz e justiça, com relacionamentos saudáveis que redundam para a glória de Deus, porque Dele, por Ele e para Ele são todas as coisas e para Ele que vivemos, para o fim principal do homem que é glorificar a Deus, e gozá-lo para sempre. Amém!

PORTAL GUIAME CRISTÃO 07/04/2019

MULHERES SENDO USADAS PELOS ATIVISTAS DE GARDNER

De uma forma muito forte, a militância Gardenista tem-se utilizado das Mulheres para, em vindo defender a tese da “violência contra o homem”, alegar que a falácia da Alienacao Parental é uma dessas formas de “violência”, onde muitos homens seriam privados da convivência igualitária com seus filhos.
Resumidamente vitimizam-se alegando que a Justiça é sexista e que por “injustiça” são privados da convivência igualitária Parental, e obrigados ainda a suportar a obrigação alimentar dos filhos.

A real questão sobre a não convivência desses homens com seus filhos, está em decisões dos Tribunais de Justiça em todo o país, onde verificam que o comportamento destes em relação aos seus filhos é INCOMPATÍVEL COM A FIGURA PATERNA.

Ao contrário das Mulheres (Mães) em menor número algumas tem sido privada do convívio com seus filhos ( por determinação judicial) por maus tratos, ou conivência de violência familiar contra a criança por parte dos padastro.
MAS, há ainda um número assustador de MULHERES (MÃES) que ainda são privadas do convívio por suposto “transtorno psicológico”, alegado pelos pais, avós, tios, ou seja, familiares que se valem da condição dos vínculos familiares para abusarem de crianças sem serem punidos, pois SEMPRE, se utilizam dos Princípios de Richard Gardner e de Ralph Underwagger em defesa desses violadores.
Por outro lado, já desponta em nosso escritório, pais que tem nos procurado onde denunciam violacoes de padastro com seus filhos e também já estão privados do convívio Parental sob a pecha de “Alienacao Parental”.
Enfim, o inferno está instalado, e o pior de tudo, quem está sem nenhuma assistência é a criança, a parte vulnerável desta relação.
Assim, urge o tempo de revogar essa maldita Lei, combinada com outras, que desestabilizou completamente a discussão da família perante a Justiça Brasileira.
Abandonar a questão por causa de diferenças de opiniões entre ex cônjuges, é salutar, mas, é inaceitável o não enfrentamento quando a questão passa de “picuinhas” para o âmbito de violência doméstica infantil.
Deus tenha misericórdia das geração que estão crescendo pois 08 anos da existência compromete toda uma geração.
Nos preparemos para o pior, pois serão eles que cuidarão de nós…”os ignorados pela Justiça Brasileira”.

IDEOLOGIA DE GENERO – A IDEOLOGIA DE UM MUNDO GLOBALIZADO

Conforme verificamos estes “sem cérebro reformadores “não pararam para analisar as questões, mas avançaram com a sua agenda, “expansionista de expandir escola de programas “. Os reformadores mudaram de promoção da relação sexual pré-marital “segura” ensinando que a masturbação, sodomia oral e anal, a homossexualidade e a bissexualidade são saudáveis e Normal. Conceitos de “identidade de gênero”, “fluidez de gênero”, “transgenderismo” e similares os termos se tornarão parte do vocabulário das crianças, relegando “menina”- “menino” e “homem”-“mulher” muito menos “donzela”, “senhoras”, e “cavalheiro”, para o caixote do lixo da história antiga. Nova linguagem está invadindo tudo, desde “educação para a vida familiar” até inglês, estudos sociais, ciência e matemática.

Agora as escolas servem para introduzir um novo paradigma de gênero composto por “quatro partes – gênero biológico, sexo identidade (inclui transgêneros), papel de gênero, e orientação sexual (inclui heterossexuais, bissexuais, e homossexual). ”

Isso expoe as crianças a risco. Enquanto aqueles que defendem a educação sexual alegou que seria o melhor “passo no crime – a prevenção ” os Estados se tornaram violentos, o crime aumentou exponencialmente desde que os estímulos sexuais nos programas de educação foram lançados. Por exemplo, em Illinois, o crime violento per capita aumentou por 754 por cento entre 1965 a 2011, quando os proponentes elogiado sexo educação como a melhor prevenção do crime.

Agora, introduzindo “incerteza de gênero” para que os meninos podem ser meninas e meninas podem ser meninos, e permitindo espaços privados para ser aberto a todos (incluindo pedófilos e pederastas de qualquer idade) crimes sexuais irá previsivelmente aumentar, não diminuir. Crime violento, especialmente crimes sexuais, com base nos dados empíricos, aumenta como proteção proporcionada por sexo segregado espaços privados são, por decreto, removidos.

De acordo com estes, o sexo agentes de mudança. mesmo o termo “estupro” deve ser abandonado.

Em detrimento desses conceitos de Kinsey, o Law Institute introduziu o seu código penal modelo de 1955, que incorporou muitos desses conceitos como por exemplo, afirmar que uma criança de 10 anos de idade pode ser o “sedutor” em um estupro, para alterar significativamente as leis de ofensa sexual.

(“Gender Uncertainty” Invades Public Schools as the Next Wave of the Pansexual Indoctrination of Society By Judith A. Reisman, Ph.D. and Mary E. McAlister, Esq. Journal of Law and Social Deviance, Volume 16, 2018)

CINQUENTA TONS DE PORNOGRAFIA

COMPULSÃO SEXUAL É UMA DROGA

A pornografia tem sido tradicionalmente uma indústria que atende quase inteiramente aos homens. Sempre houve exceções, é claro, mas predominantemente eram homens que compravam revistas e vídeos numa era pré-digital e têm sido os homens que tornaram a pornografia uma indústria multibilionária na era da Internet. Se a indústria faz seu próprio caminho, está prestes a mudar.

Nós tendemos a crer que homens são especialmente inclinados à sedução da pornografia. Homens tendem a ser estimulados visualmente, homens tendem a se masturbar mais na adolescência — nós ouvimos as razões. Mas considere isto: E se a relação entre os homens e a pornografia está relacionada a um tipo muito específico de pornografia? E se as mulheres não foram atraídas para a pornografia, pelo menos em parte, porque a indústria simplesmente não tentou criar e comercializar pornografia que apela primariamente a elas? E se isso está prestes a mudar?

Mulheres, vocês precisam estar conscientes, pois os pornógrafos estão vindo atrás de vocês. Sim, vocês.

Há muito que pode ser dito a respeito da série de livros 50 Tons de Cinza; o que está além de contestação é que os livros — que estão atualmente em 65 milhões de cópias — chocaram o mundo da publicação revelando a existência de um mercado antes inexplorado. O segredo está revelado: há milhões de mulheres que lerão pornografia mesmo se elas tiverem pouco interesse em assistir a pornografia. Editores, tanto comuns quanto pornográficos, estão anotando. Estão estudando o fenômeno 50 tons para ver como eles podem duplicá-lo, ou pelo menos aproveitar-se de seu sucesso. Como qualquer indústria, eles têm pesquisas e grupos de concentração e estatísticas, e infinitas quantidades de dados que primeiro medem, e depois transformam o comportamento.

Um recente artigo na CNBC explica que a pornografia tradicional foi criada por homens, para homens. Esta pornografia tende a afastar qualquer coisa além do mais rudimentar enredo em favor da mais barulhenta exibição de fantasias extremas. É pura carnalidade e as mulheres tendem a não achar isso especialmente sedutor. De fato, muitas acham francamente repulsivo, especialmente se elas acham que seus maridos querem que elas reproduzam algumas daquelas coisas. Mas 50 tons e outros produtos recentes estão provando, para a surpresa de muitos, que as mulheres são, também, sexuais. Onde os pornógrafos pensavam que as mulheres simplesmente não estavam interessadas, agora veem que elas podem estar muito interessadas, mas isso exigirá um tipo diferente de produto. A indústria está se ramificando numa tentativa de tirar vantagem. Estão agora trabalhando duro para criar pornografia para mulheres.

Em contraste com a pornografia tão predominante hoje, essa nova pornografia tem uma estória, um enredo. O fundador e presidente de uma empresa diz: “Não vamos filmar posições hardcore ou os mais extremos elementos de filmes adultos. Isso é mais fazer amor do que [termo vulgar].” Ela se concentra em questões que possam repercutir entre as mulheres: apaixonar-se pela primeira vez, ou a fuga de um casamento que perdera seu brilho. É essencialmente comédia romântica, uma leve novela romântica, mas com o conteúdo sexual aumentado tanto em tempo quanto na explicitude. Afinal, o que é Cinquenta Tons de Cinza senão um romance com 60 ou 70 páginas de sexo gráfico e excêntrico? Uma roteirista e diretora desse tipo de filme foi citada na revista Slate dizendo: “Nós fizemos pesquisas demográficas suficientes para saber que uma grande porcentagem de mulheres que assistem nossos filmes não querem ver [atos sexuais vulgares e gráficos]. … Elas querem sexo conectado e muitas preliminares. Achamos que casais mais velhos gostam de assistir isso porque são da era antes da internet, e o que estamos oferecendo é muito mais manso e construído no momento ao invés de estar lá na sua cara.”

Os pornógrafos estão até criando mais filmes para casais. Isso é pornografia que pode unir as distâncias; um pouco manso demais para homens, e um pouco vigoroso demais para mulheres, mas é feito para ser experimentado juntos. É um meio de convidar os outros ao quarto do casal, mesmo que apenas virtualmente. Pode até mesmo servir como um portal, um meio de um homem apresentar a pornografia à sua esposa.

Em qualquer caso, quer a pornografia seja para homens, mulheres ou casais, o coração dela é o mesmo. Tudo se trata de fantasia, de imaginar-se em um contexto diferente com uma pessoa diferente fazendo coisas diferentes. É um homem imaginando uma mulher que se comporta como um homem, ou uma mulher imaginando um homem que se comporta como uma mulher.

Essa pornografia para mulheres já está disponível, e mais vem por aí. Muito mais. Essa indústria sabe o que atrai os homens e sabem exatamente como comercializar, exatamente onde colocar para fazê-los comprar. E agora estão vindo atrás das mulheres. Estão estudando as mulheres e aprendendo exatamente como comercializar e exatamente onde colocar para fazer com que você também compre. Se foram tão bem sucedidos com homens, deveríamos zombar e imaginar que eles não poderiam jamais ser bem sucedidos da mesma maneira com mulheres?

As mulheres podem imaginar-se olhando para esse tipo de pornografia entediadas, pensando que serão imunes a ela. Mas lembre-se, há muitos produtos que você usa hoje, muitos produtos que você não pude imaginar sua vida sem eles, que teriam gerado a mesma reação. Se dez anos atrás alguém tivesse descrito o Facebook para você, você teria rido alto. Muitas pessoas riram do iPhone e do automóvel também. Nós frequentemente não sabemos o que queremos ou precisamos até que essas mesmas coisas sejam comercializadas para nós. Elas são comercializadas habilidosamente e sutilmente em medida crescente.

Espero que a indústria seja menos bem sucedida em criar pornografia que atraia tão bem as mulheres e esteja tão facilmente disponível para elas. Espero que as mulheres sejam mais perspicazes que os homens quando se trata da sedução da pornografia e que elas estejam equipadas para resistir a ela com sucesso. Mas com toda a devastação que a pornografia trouxe aos homens, suas famílias, suas igrejas, por que Satanás não tentaria repetir seu golpe de mestre? Até agora, a sedução da pornografia tem sido primariamente sentida por homens mesmo enquanto muito da dor que ela causa tem sido descarregada sobre suas esposas. Amanhã podemos ter também muitos homens feridos, chorando pelo que eles descobriram e nunca teriam suspeitado a respeito das mulheres que amam.

Não há razão para temer, mas há toda razão para ficar atento. Há toda razão para ser humilde e duvidar de si mesmo. “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (1 Coríntios 10:12). Temos toda a razão para tornar isso um motivo de oração.

Tim Challies
É pastor da igreja Grace Fellowship, em Toronto, no Canadá, editor do site de resenhas Discerning Reader e cofundador da Cruciform Press. Casado com Aileen e pai de três filhos, ele também é blogueiro, web designer e autor de várias obras.

50 Shades of Porn

O INICIO DO MOVIMENTO MASCULINISTA – Massacre de Montreal – Legacy of Pain

Era 6 de dezembro de 1989 – o último dia de aulas antes dos exames de meio período na Ecole Polytechnique de Montreal. Por volta das 4 da tarde, um homem entrou em uma sala de aula com um rifle de assalto. “Ele ordenou que os homens – os alunos e os professores – fossem para o lado direito da turma e as meninas para o lado esquerdo”, disse Adrien Cernea, um dos professores em sala de aula na época. Quatorze mulheres foram mortas a tiros em todos. O atirador, Marc Lepine, então tirou a própria vida. Em 1999, o quinto estado conduziu uma investigação sobre a vida de Lepine, e apenas o que o levou a pegar uma arma e atacar completos estranhos. Mas os planos do pistoleiro se estendiam além das mulheres que ele nunca conhecera. Lepine também deixou para trás uma lista de outras mulheres que ele planejava matar – muitas delas bem conhecidas em Quebec. Francine Pelletier, apresentadora do quinto estado da CBC, estava nessa lista. Pelletier mergulha no passado de Lepine, falando com sua tia, amigos e colegas de quarto, e descobre fatores que podem tê-lo levado a agir como ele. Pelletier também se senta com parentes das vítimas de Lepine. Jean-François Larivée perdeu sua esposa, Maryse Laganière. Eles tinham se casado há apenas três meses. “Eu não perdi tempo odiando-o, tentando matá-lo em meus sonhos ou fazê-lo pagar pelo que ele fez”, disse Larivée a Pelletier. “Acredito que a influência externa – talvez amigos, seu pai – coisas aconteceram em sua vida para torná-lo muito agressivo para com as pessoas e especialmente as mulheres.” Mais de dez anos após a dolorosa tragédia, o quinto estado leva você, juntamente com o famílias das vítimas, para a Place du 6-Décembre-1989 – o parque de Montreal comemorando as 14 mulheres mortas naquele dia amigos e colegas de quarto e descobre fatores que podem tê-lo levado a agir como ele. Pelletier também se senta com parentes das vítimas de Lepine. Jean-François Larivée perdeu sua esposa, Maryse Laganière. Eles tinham se casado há apenas três meses. “Eu não perdi tempo odiando-o, tentando matá-lo em meus sonhos ou fazê-lo pagar pelo que ele fez”, disse Larivée a Pelletier. “Acredito que a influência externa – talvez amigos, seu pai – coisas aconteceram em sua vida para torná-lo muito agressivo para com as pessoas e especialmente as mulheres.” Mais de dez anos após a dolorosa tragédia, o quinto estado leva você, juntamente com o famílias das vítimas, para a Place du 6-Décembre-1989 – o parque de Montreal comemorando as 14 mulheres mortas naquele dia amigos e colegas de quarto e descobre fatores que podem tê-lo levado a agir como ele. Pelletier também se senta com parentes das vítimas de Lepine. Jean-François Larivée perdeu sua esposa, Maryse Laganière. 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CONVENCIÓN BELÉM DO PARÁ (MESECVI) MESECVI/CEVI/DEC.4/14 Undécima Reunión del Comité de Expertas/os 19 de septiembre 2014 Practicar las diligencias periciales teniendo en cuenta los derechos fundamentales de inviolabilidad e integridad física y moral de las mujeres, niñas y adolescentes víctimas de violencia, observando los criterios de razonabilidad y proporcionalidad, siempre bajo la existencia de consentimiento previo e informado de las víctimas; Reducir la cantidad de intervenciones de las mujeres, niñas y adolescentes víctimas de violencia sexual en el proceso a una declaración o denuncia única, en la medida de lo posible, e interrogando a las víctimas únicamente sobre el hecho denunciado en búsqueda de obtener la información mínima e imprescindible para la investigación, en aras de evitar la revictimización; Realizar investigaciones prontas y exhaustivas teniendo en cuenta el contexto de coercibilidad como elemento fundamental para determinar la existencia de la violencia, utilizando pruebas técnicas y prohibiendo explícitamente las pruebas que se sustentan en la conducta de la víctima para inferir el consentimiento, tales como la falta de resistencia, la historia sexual o la retractación durante el proceso o la desvalorización del testimonio con base al presunto Síndrome de Alienación Parental (SAP), de tal manera que los resultados de éstas puedan combatir la impunidad de los agresores; Prohibir los mecanismos de conciliación o avenencia entre el agresor y las víctimas de violencia sexual contra las mujeres, y las causas eximentes o excluyentes de responsabilidad en esos casos, que mandan un mensaje de permisividad a la sociedad, refuerzan el desequilibrio de poderes y aumentan el riesgo físico y emocional de las mujeres que no se encuentran en igualdad de condiciones en la negociación