MULHERES SENDO USADAS PELOS ATIVISTAS DE GARDNER

De uma forma muito forte, a militância Gardenista tem-se utilizado das Mulheres para, em vindo defender a tese da “violência contra o homem”, alegar que a falácia da Alienacao Parental é uma dessas formas de “violência”, onde muitos homens seriam privados da convivência igualitária com seus filhos.
Resumidamente vitimizam-se alegando que a Justiça é sexista e que por “injustiça” são privados da convivência igualitária Parental, e obrigados ainda a suportar a obrigação alimentar dos filhos.

A real questão sobre a não convivência desses homens com seus filhos, está em decisões dos Tribunais de Justiça em todo o país, onde verificam que o comportamento destes em relação aos seus filhos é INCOMPATÍVEL COM A FIGURA PATERNA.

Ao contrário das Mulheres (Mães) em menor número algumas tem sido privada do convívio com seus filhos ( por determinação judicial) por maus tratos, ou conivência de violência familiar contra a criança por parte dos padastro.
MAS, há ainda um número assustador de MULHERES (MÃES) que ainda são privadas do convívio por suposto “transtorno psicológico”, alegado pelos pais, avós, tios, ou seja, familiares que se valem da condição dos vínculos familiares para abusarem de crianças sem serem punidos, pois SEMPRE, se utilizam dos Princípios de Richard Gardner e de Ralph Underwagger em defesa desses violadores.
Por outro lado, já desponta em nosso escritório, pais que tem nos procurado onde denunciam violacoes de padastro com seus filhos e também já estão privados do convívio Parental sob a pecha de “Alienacao Parental”.
Enfim, o inferno está instalado, e o pior de tudo, quem está sem nenhuma assistência é a criança, a parte vulnerável desta relação.
Assim, urge o tempo de revogar essa maldita Lei, combinada com outras, que desestabilizou completamente a discussão da família perante a Justiça Brasileira.
Abandonar a questão por causa de diferenças de opiniões entre ex cônjuges, é salutar, mas, é inaceitável o não enfrentamento quando a questão passa de “picuinhas” para o âmbito de violência doméstica infantil.
Deus tenha misericórdia das geração que estão crescendo pois 08 anos da existência compromete toda uma geração.
Nos preparemos para o pior, pois serão eles que cuidarão de nós…”os ignorados pela Justiça Brasileira”.

IDEOLOGIA DE GENERO – A IDEOLOGIA DE UM MUNDO GLOBALIZADO

Conforme verificamos estes “sem cérebro reformadores “não pararam para analisar as questões, mas avançaram com a sua agenda, “expansionista de expandir escola de programas “. Os reformadores mudaram de promoção da relação sexual pré-marital “segura” ensinando que a masturbação, sodomia oral e anal, a homossexualidade e a bissexualidade são saudáveis e Normal. Conceitos de “identidade de gênero”, “fluidez de gênero”, “transgenderismo” e similares os termos se tornarão parte do vocabulário das crianças, relegando “menina”- “menino” e “homem”-“mulher” muito menos “donzela”, “senhoras”, e “cavalheiro”, para o caixote do lixo da história antiga. Nova linguagem está invadindo tudo, desde “educação para a vida familiar” até inglês, estudos sociais, ciência e matemática.

Agora as escolas servem para introduzir um novo paradigma de gênero composto por “quatro partes – gênero biológico, sexo identidade (inclui transgêneros), papel de gênero, e orientação sexual (inclui heterossexuais, bissexuais, e homossexual). ”

Isso expoe as crianças a risco. Enquanto aqueles que defendem a educação sexual alegou que seria o melhor “passo no crime – a prevenção ” os Estados se tornaram violentos, o crime aumentou exponencialmente desde que os estímulos sexuais nos programas de educação foram lançados. Por exemplo, em Illinois, o crime violento per capita aumentou por 754 por cento entre 1965 a 2011, quando os proponentes elogiado sexo educação como a melhor prevenção do crime.

Agora, introduzindo “incerteza de gênero” para que os meninos podem ser meninas e meninas podem ser meninos, e permitindo espaços privados para ser aberto a todos (incluindo pedófilos e pederastas de qualquer idade) crimes sexuais irá previsivelmente aumentar, não diminuir. Crime violento, especialmente crimes sexuais, com base nos dados empíricos, aumenta como proteção proporcionada por sexo segregado espaços privados são, por decreto, removidos.

De acordo com estes, o sexo agentes de mudança. mesmo o termo “estupro” deve ser abandonado.

Em detrimento desses conceitos de Kinsey, o Law Institute introduziu o seu código penal modelo de 1955, que incorporou muitos desses conceitos como por exemplo, afirmar que uma criança de 10 anos de idade pode ser o “sedutor” em um estupro, para alterar significativamente as leis de ofensa sexual.

(“Gender Uncertainty” Invades Public Schools as the Next Wave of the Pansexual Indoctrination of Society By Judith A. Reisman, Ph.D. and Mary E. McAlister, Esq. Journal of Law and Social Deviance, Volume 16, 2018)

CINQUENTA TONS DE PORNOGRAFIA

COMPULSÃO SEXUAL É UMA DROGA

A pornografia tem sido tradicionalmente uma indústria que atende quase inteiramente aos homens. Sempre houve exceções, é claro, mas predominantemente eram homens que compravam revistas e vídeos numa era pré-digital e têm sido os homens que tornaram a pornografia uma indústria multibilionária na era da Internet. Se a indústria faz seu próprio caminho, está prestes a mudar.

Nós tendemos a crer que homens são especialmente inclinados à sedução da pornografia. Homens tendem a ser estimulados visualmente, homens tendem a se masturbar mais na adolescência — nós ouvimos as razões. Mas considere isto: E se a relação entre os homens e a pornografia está relacionada a um tipo muito específico de pornografia? E se as mulheres não foram atraídas para a pornografia, pelo menos em parte, porque a indústria simplesmente não tentou criar e comercializar pornografia que apela primariamente a elas? E se isso está prestes a mudar?

Mulheres, vocês precisam estar conscientes, pois os pornógrafos estão vindo atrás de vocês. Sim, vocês.

Há muito que pode ser dito a respeito da série de livros 50 Tons de Cinza; o que está além de contestação é que os livros — que estão atualmente em 65 milhões de cópias — chocaram o mundo da publicação revelando a existência de um mercado antes inexplorado. O segredo está revelado: há milhões de mulheres que lerão pornografia mesmo se elas tiverem pouco interesse em assistir a pornografia. Editores, tanto comuns quanto pornográficos, estão anotando. Estão estudando o fenômeno 50 tons para ver como eles podem duplicá-lo, ou pelo menos aproveitar-se de seu sucesso. Como qualquer indústria, eles têm pesquisas e grupos de concentração e estatísticas, e infinitas quantidades de dados que primeiro medem, e depois transformam o comportamento.

Um recente artigo na CNBC explica que a pornografia tradicional foi criada por homens, para homens. Esta pornografia tende a afastar qualquer coisa além do mais rudimentar enredo em favor da mais barulhenta exibição de fantasias extremas. É pura carnalidade e as mulheres tendem a não achar isso especialmente sedutor. De fato, muitas acham francamente repulsivo, especialmente se elas acham que seus maridos querem que elas reproduzam algumas daquelas coisas. Mas 50 tons e outros produtos recentes estão provando, para a surpresa de muitos, que as mulheres são, também, sexuais. Onde os pornógrafos pensavam que as mulheres simplesmente não estavam interessadas, agora veem que elas podem estar muito interessadas, mas isso exigirá um tipo diferente de produto. A indústria está se ramificando numa tentativa de tirar vantagem. Estão agora trabalhando duro para criar pornografia para mulheres.

Em contraste com a pornografia tão predominante hoje, essa nova pornografia tem uma estória, um enredo. O fundador e presidente de uma empresa diz: “Não vamos filmar posições hardcore ou os mais extremos elementos de filmes adultos. Isso é mais fazer amor do que [termo vulgar].” Ela se concentra em questões que possam repercutir entre as mulheres: apaixonar-se pela primeira vez, ou a fuga de um casamento que perdera seu brilho. É essencialmente comédia romântica, uma leve novela romântica, mas com o conteúdo sexual aumentado tanto em tempo quanto na explicitude. Afinal, o que é Cinquenta Tons de Cinza senão um romance com 60 ou 70 páginas de sexo gráfico e excêntrico? Uma roteirista e diretora desse tipo de filme foi citada na revista Slate dizendo: “Nós fizemos pesquisas demográficas suficientes para saber que uma grande porcentagem de mulheres que assistem nossos filmes não querem ver [atos sexuais vulgares e gráficos]. … Elas querem sexo conectado e muitas preliminares. Achamos que casais mais velhos gostam de assistir isso porque são da era antes da internet, e o que estamos oferecendo é muito mais manso e construído no momento ao invés de estar lá na sua cara.”

Os pornógrafos estão até criando mais filmes para casais. Isso é pornografia que pode unir as distâncias; um pouco manso demais para homens, e um pouco vigoroso demais para mulheres, mas é feito para ser experimentado juntos. É um meio de convidar os outros ao quarto do casal, mesmo que apenas virtualmente. Pode até mesmo servir como um portal, um meio de um homem apresentar a pornografia à sua esposa.

Em qualquer caso, quer a pornografia seja para homens, mulheres ou casais, o coração dela é o mesmo. Tudo se trata de fantasia, de imaginar-se em um contexto diferente com uma pessoa diferente fazendo coisas diferentes. É um homem imaginando uma mulher que se comporta como um homem, ou uma mulher imaginando um homem que se comporta como uma mulher.

Essa pornografia para mulheres já está disponível, e mais vem por aí. Muito mais. Essa indústria sabe o que atrai os homens e sabem exatamente como comercializar, exatamente onde colocar para fazê-los comprar. E agora estão vindo atrás das mulheres. Estão estudando as mulheres e aprendendo exatamente como comercializar e exatamente onde colocar para fazer com que você também compre. Se foram tão bem sucedidos com homens, deveríamos zombar e imaginar que eles não poderiam jamais ser bem sucedidos da mesma maneira com mulheres?

As mulheres podem imaginar-se olhando para esse tipo de pornografia entediadas, pensando que serão imunes a ela. Mas lembre-se, há muitos produtos que você usa hoje, muitos produtos que você não pude imaginar sua vida sem eles, que teriam gerado a mesma reação. Se dez anos atrás alguém tivesse descrito o Facebook para você, você teria rido alto. Muitas pessoas riram do iPhone e do automóvel também. Nós frequentemente não sabemos o que queremos ou precisamos até que essas mesmas coisas sejam comercializadas para nós. Elas são comercializadas habilidosamente e sutilmente em medida crescente.

Espero que a indústria seja menos bem sucedida em criar pornografia que atraia tão bem as mulheres e esteja tão facilmente disponível para elas. Espero que as mulheres sejam mais perspicazes que os homens quando se trata da sedução da pornografia e que elas estejam equipadas para resistir a ela com sucesso. Mas com toda a devastação que a pornografia trouxe aos homens, suas famílias, suas igrejas, por que Satanás não tentaria repetir seu golpe de mestre? Até agora, a sedução da pornografia tem sido primariamente sentida por homens mesmo enquanto muito da dor que ela causa tem sido descarregada sobre suas esposas. Amanhã podemos ter também muitos homens feridos, chorando pelo que eles descobriram e nunca teriam suspeitado a respeito das mulheres que amam.

Não há razão para temer, mas há toda razão para ficar atento. Há toda razão para ser humilde e duvidar de si mesmo. “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (1 Coríntios 10:12). Temos toda a razão para tornar isso um motivo de oração.

Tim Challies
É pastor da igreja Grace Fellowship, em Toronto, no Canadá, editor do site de resenhas Discerning Reader e cofundador da Cruciform Press. Casado com Aileen e pai de três filhos, ele também é blogueiro, web designer e autor de várias obras.

50 Shades of Porn

O INICIO DO MOVIMENTO MASCULINISTA – Massacre de Montreal – Legacy of Pain

Era 6 de dezembro de 1989 – o último dia de aulas antes dos exames de meio período na Ecole Polytechnique de Montreal. Por volta das 4 da tarde, um homem entrou em uma sala de aula com um rifle de assalto. “Ele ordenou que os homens – os alunos e os professores – fossem para o lado direito da turma e as meninas para o lado esquerdo”, disse Adrien Cernea, um dos professores em sala de aula na época. Quatorze mulheres foram mortas a tiros em todos. O atirador, Marc Lepine, então tirou a própria vida. Em 1999, o quinto estado conduziu uma investigação sobre a vida de Lepine, e apenas o que o levou a pegar uma arma e atacar completos estranhos. Mas os planos do pistoleiro se estendiam além das mulheres que ele nunca conhecera. Lepine também deixou para trás uma lista de outras mulheres que ele planejava matar – muitas delas bem conhecidas em Quebec. Francine Pelletier, apresentadora do quinto estado da CBC, estava nessa lista. Pelletier mergulha no passado de Lepine, falando com sua tia, amigos e colegas de quarto, e descobre fatores que podem tê-lo levado a agir como ele. Pelletier também se senta com parentes das vítimas de Lepine. Jean-François Larivée perdeu sua esposa, Maryse Laganière. Eles tinham se casado há apenas três meses. “Eu não perdi tempo odiando-o, tentando matá-lo em meus sonhos ou fazê-lo pagar pelo que ele fez”, disse Larivée a Pelletier. “Acredito que a influência externa – talvez amigos, seu pai – coisas aconteceram em sua vida para torná-lo muito agressivo para com as pessoas e especialmente as mulheres.” Mais de dez anos após a dolorosa tragédia, o quinto estado leva você, juntamente com o famílias das vítimas, para a Place du 6-Décembre-1989 – o parque de Montreal comemorando as 14 mulheres mortas naquele dia amigos e colegas de quarto e descobre fatores que podem tê-lo levado a agir como ele. Pelletier também se senta com parentes das vítimas de Lepine. Jean-François Larivée perdeu sua esposa, Maryse Laganière. Eles tinham se casado há apenas três meses. “Eu não perdi tempo odiando-o, tentando matá-lo em meus sonhos ou fazê-lo pagar pelo que ele fez”, disse Larivée a Pelletier. “Acredito que a influência externa – talvez amigos, seu pai – coisas aconteceram em sua vida para torná-lo muito agressivo para com as pessoas e especialmente as mulheres.” Mais de dez anos após a dolorosa tragédia, o quinto estado leva você, juntamente com o famílias das vítimas, para a Place du 6-Décembre-1989 – o parque de Montreal comemorando as 14 mulheres mortas naquele dia amigos e colegas de quarto e descobre fatores que podem tê-lo levado a agir como ele. Pelletier também se senta com parentes das vítimas de Lepine. Jean-François Larivée perdeu sua esposa, Maryse Laganière. Eles tinham se casado há apenas três meses. “Eu não perdi tempo odiando-o, tentando matá-lo em meus sonhos ou fazê-lo pagar pelo que ele fez”, disse Larivée a Pelletier. “Acredito que a influência externa – talvez amigos, seu pai – coisas aconteceram em sua vida para torná-lo muito agressivo para com as pessoas e especialmente as mulheres.” Mais de dez anos após a dolorosa tragédia, o quinto estado leva você, juntamente com o famílias das vítimas, para a Place du 6-Décembre-1989 – o parque de Montreal comemorando as 14 mulheres mortas naquele dia Pelletier também se senta com parentes das vítimas de Lepine. Jean-François Larivée perdeu sua esposa, Maryse Laganière. Eles tinham se casado há apenas três meses. “Eu não perdi tempo odiando-o, tentando matá-lo em meus sonhos ou fazê-lo pagar pelo que ele fez”, disse Larivée a Pelletier. “Acredito que a influência externa – talvez amigos, seu pai – coisas aconteceram em sua vida para torná-lo muito agressivo para com as pessoas e especialmente as mulheres.” Mais de dez anos após a dolorosa tragédia, o quinto estado leva você, juntamente com o famílias das vítimas, para a Place du 6-Décembre-1989 – o parque de Montreal comemorando as 14 mulheres mortas naquele dia Pelletier também se senta com parentes das vítimas de Lepine. Jean-François Larivée perdeu sua esposa, Maryse Laganière. Eles tinham se casado há apenas três meses. “Eu não perdi tempo odiando-o, tentando matá-lo em meus sonhos ou fazê-lo pagar pelo que ele fez”, disse Larivée a Pelletier. “Acredito que a influência externa – talvez amigos, seu pai – coisas aconteceram em sua vida para torná-lo muito agressivo para com as pessoas e especialmente as mulheres.” Mais de dez anos após a dolorosa tragédia, o quinto estado leva você, juntamente com o famílias das vítimas, para a Place du 6-Décembre-1989 – o parque de Montreal comemorando as 14 mulheres mortas naquele dia tentando matá-lo em meus sonhos ou fazê-lo pagar pelo que fez ”, disse Larivée a Pelletier. “Acredito que a influência externa – talvez amigos, seu pai – coisas aconteceram em sua vida para torná-lo muito agressivo para com as pessoas e especialmente as mulheres.” Mais de dez anos após a dolorosa tragédia, o quinto estado leva você, juntamente com o famílias das vítimas, para a Place du 6-Décembre-1989 – o parque de Montreal comemorando as 14 mulheres mortas naquele dia tentando matá-lo em meus sonhos ou fazê-lo pagar pelo que fez ”, disse Larivée a Pelletier. “Acredito que a influência externa – talvez amigos, seu pai – coisas aconteceram em sua vida para torná-lo muito agressivo para com as pessoas e especialmente as mulheres.” Mais de dez anos após a dolorosa tragédia, o quinto estado leva você, juntamente com o famílias das vítimas, para a Place du 6-Décembre-1989 – o parque de Montreal comemorando as 14 mulheres mortas naquele dia

GUARDA DOS FILHOS POR AGRESSORES SEXUAIS (escrito em 1999)

Kelly O’Meara publicou um artigo intitulado “Pedófilos Obtêm a Custódia da Criança – A psiquiatria é psíquica?” Em uma edição recente da revista semanal do The Washington Times, Insight.

A imprensa muitas vezes aplaude o prêmio judicial de crianças de lares normais ao de homossexuais e portadores de AIDS. Agora, O’Meara documenta uma série de casos “bizarros” nos quais criminosos sexuais condenados estão recebendo a custódia exclusiva das crianças que abusaram.

Como isso pôde acontecer? O’Meara cita a “aceitação judicial” de uma moda de psicologia pop, síndrome de alienação parental (PAS), que surgiu como uma reação judicial à escalada de acusações de abuso sexual infantil em disputas de custódia.

Segundo a teoria PAS, se um dos pais (geralmente a mãe) acusa o outro (geralmente pai) de abuso sexual, este “transforma a criança contra o pai”, portanto, da mãe “influência sobre a criança deve ser interrompido.” Isso é, mesmo quando o acusado é um criminoso sexual condenado, a mãe perdeu os direitos de custódia e visitação.

A teoria, baseada nas observações de Gardner durante as disputas de guarda dos filhos , desacredita amplamente as acusações de incesto.

O PAS foi inventado por Richard A. Gardner. Gardner é professor clínico de psiquiatria infantil na Universidade de Columbia e defende sua teoria em suas 749 páginas de “Verdadeiras e falsas acusações de
abuso sexual infantil ” (1992).

Inevitavelmente, a única autoridade experimental de Gardner para essa teoria do PAS é Alfred C. Kinsey. De fato, Gardner plagiou em grande parte os Capítulos 5 em Comportamento Sexual no Homem Humano (1948) e Feminino (1953) para mostrar que o abuso sexual infantil é normal.

Nenhuma organização científica respeitável validou o PAS. Até mesmo a Associação Americana de Psiquiatria rejeita a confiabilidade científica do PAS de Gardner. O’Meara cita ainda vários críticos profissionais do PAS, tipificado por Jon Conte, psicólogo da Universidade de Washington, “O PAS não é baseado em pesquisa e tem feito uma grande injustiça para com a família e o sistema judiciário”.

Os juristas também estão cientes do perigo do PAS. Para citar John EB Myers, professor da McGeorge School of Law, da Universidade do Pacífico, Califórnia, o PAS “aumenta exponencialmente o ceticismo da sociedade em geral sobre a existência de abuso infantil”.

Como mais uma indicação de que PAS não é nada mas a ciência pseudo nós só precisa de olhar para alguns dos outros de Gardner “descobertas científicas”. Gardner utiliza recente “ultra-sonografias que mostrou meninos segurando seus pênis no útero” como um exemplo do desejo sexual esses meninos ou atividade.

Gardner, um médico que conhece melhor, não apenas descarta completamente a compreensão comum dos dedos do pé, do braço, do pé e do nariz, como também projeta seus próprios desejos ou imaginação nos bebês quando diz que “a maioria, se não todos, as crianças têm a capacidade de atingir o orgasmo no momento em que nascem ”e“ as crianças não são apenas naturalmente sexuais, mas podem ser iniciadoras de atividades sexuais ”.

Como seu mentor, Kinsey, patologicamente suspeito, Gardner sugere que as crianças seduzem sexualmente seus cuidadores.

Tendo testemunhado com sucesso em centenas de casos de custódia, o PAS de Gardner é citado por muitos no sistema de justiça que tomam decisões de vida e morte para crianças.

Algumas mães agora escondem o incesto em um caso de custódia para que o juiz declare que ela está “emocionalmente” abusando da criança relatando o infrator. Gardner disse a Insight que sua vida pessoal e orientação sexual “não são relevantes”.

Mas a vida pessoal de um especialista em sexo na corte é de fato “relevante”. Como sua vida fechada era relevante para seus dados, Kinsey, um psicopata sexual , disse ao mundo que ele era um homem de família conservador. De fato, alegações de fetos sexualmente vigorosos sugerem que Gardner é significativamente
desordenado. Seu testemunho do PAS em decisões de custódia de crianças pode e deve ser desafiado e revertido.

O site de Gardner identifica uma palestra do PAS em 5 de junho de 1999 no Monte de Nova York. O Hospital Sinai, outro patrocinado pela Associação de Conselheiros do Casamento e da Família da Carolina do Sul , em seguida, foi para a Universidade Aberta para ensinar o PAS em Breda, Holanda (a casa do movimento acadêmico internacional de pedofilia).

Vamos torcer para que tanto as profissões jurídicas quanto de saúde em breve levem o PAS para o que realmente é, o lixo pseudocientífico.

https://www.wnd.com/1999/04/2738/

EUA E A CAMPANHA PARA VACINAÇÃO CONTRA HIV. QUEM TINHA INTERESSE NESSA CAMPANHA?

EPSTEIN: BILIONÁRIO DOS EUA PRESO POR SOLICITAR SEXO MENOR

Um dos homens mais ricos da América, que esteve de férias com o príncipe Andrew e emprestou seu jato particular a Bill Clinton, começou a cumprir pena de 18 meses de prisão após se declarar culpado de pedir sexo a meninas de até 14 anos.

O bilionário Jeffrey Epstein, de 55 anos, enfrenta um ano de prisão domiciliar depois de ser libertado da prisão na Flórida . Ele deve se submeter a um teste de HIV hoje e dar os resultados para as famílias de suas vítimas menores de idade, quatro dos quais entraram com ações multimilionárias contra ele.

Foi a causa do combate ao HIV que ajudou Epstein a fazer amizade com Clinton depois que o ex-presidente deixou a Casa Branca. Clinton voou para a África em uma missão anti-Aids em 2002 no jato Boeing 727 da Epstein, acompanhado pelos atores Kevin Spacey e Chris Tucker.

Clinton elogiou os “insights e generosidade” de seu amigo em uma declaração à revista New York, que citou Epstein semanas após a viagem.

“Jeffrey é tanto um financista altamente bem-sucedido quanto um filantropo comprometido com um grande senso de mercados globais e um profundo conhecimento da ciência do século 21”, disse o ex-presidente por meio de seu porta-voz em 2002.

A ascensão de Epstein começou na década de 1970, quando ele conseguiu um emprego de professor de matemática em uma escola de elite de Nova York, apesar de nunca ter um diploma universitário. Ele logo recebeu uma oferta de trabalho do então presidente do Bear Stearns, Ace Greenberg, cujo filho estava na classe de Epstein.

Em meados da década de 1980, Epstein era dono de uma ilha caribenha e era famoso no mundo financeiro por não revelar nada sobre seus clientes, economizando o tamanho mínimo de suas contas: US $ 1 bilhão. As autoridades da Flórida começaram a rastrear Epstein em 2005, quando uma jovem contou que foi recrutada para massagens e encontros sexuais com o financista. O FBI se envolveu logo depois, supostamente cavando o lixo de Epstein e monitorando sua luxuosa mansão para rastrear quantas meninas estavam entrando e saindo.

Embora Epstein tenha se declarado culpado na segunda-feira por pedir prostituição, ele afirmou que achava que as meninas tinham mais de 18 anos.

https://www.theguardian.com/world/2008/jul/02/usa.internationalcrime1

EXCLUSIVO: BILL CLINTON AINDA SILENCIOSO SOBRE VOOS NO PLANO SEXUAL DE PEDÓFILO

O ex-presidente Bill Clinton continua a permanecer em silêncio sobre os 26 vôos que ele levou a bordo do jato particular Jeffrey Epstein, apelidado de agressor sexual, apelidado de “Lolita Express”, que supostamente oferecia garotas menores de idade a estuprar passageiros.

A Fox News escreveu em 2016 que o Lolita Express, um jato Boeing 727, foi “supostamente equipado com uma cama onde os passageiros faziam sexo em grupo com garotas jovens”.

Clinton voou em algumas viagens, onde os registros de vôo mostravam apenas os primeiros nomes das passageiras do sexo feminino.

A Daily Caller News Foundation contatou a Biblioteca Presidencial Clinton na semana passada para obter informações sobre o relacionamento do ex-presidente com o bilionário Epstein, que em 2008 foi condenado por solicitar sexo de garotas menores de 14 anos.

No momento do pedido, a Biblioteca Presidencial Clinton se preparava para comemorar o 25 º aniversário da vitória presidencial de Clinton em 1992. Foi assistido por um pequeno exército de partidários de Clinton.

TheDCNF contatou o escritório de mídia para Bill Clinton, mas recusou-se a responder a uma variedade de perguntas sobre Clinton, suas viagens e sua amizade com Epstein.

Entre 2001 e 2003, Clinton e Epstein viajaram juntos em longas viagens ao redor do mundo, de acordo com registros de voo lançados em 2015 pela Gawker .

Acompanhando Clinton a bordo do jato particular estava Doug Band, seu “homem do corpo” e presidente da Teneo Holdings, uma empresa que organizou palestras e negócios lucrativos para o ex-presidente.

Em uma viagem, Clinton também viajou com o ator Kevin Spacey , que agora é acusado de fazer sexo com um garoto menor de idade.

Clinton viajou a bordo do “Lolita Express” com uma atriz pornográfica e viajou 11 vôos com a assistente de Epstein, Sarah Kellen, que supostamente comprou garotas menores de idade para homens, de acordo com Gawker.

Gawker relatou que Kellam foi “acusado em processos judiciais de atuar como cafetões para ele (Epstein), recrutando e cuidando de garotas jovens em sua rede de trabalhadoras sexuais, e frequentemente participando de atos sexuais com elas”.

“Em janeiro de 2002, por exemplo, Clinton, seu assessor Doug Band e os detalhes do serviço secreto de Clinton foram listados em um voo do Japão para Hong Kong com Epstein, Maxwell, Kellen e duas mulheres descritas apenas como“ Janice ”e“ Jessica, Gawker relatou.

Clinton abandonou seus agentes do Serviço Secreto em cinco dos voos, segundo a Fox News.

Epstein também enviou seus amigos para sua ilha pessoal de 72 acres chamada “Orgy Island” em Little St. James, nas Ilhas Virgens dos EUA. Uma equipe de traficantes supostamente solicitou meninas de até 12 anos para atender os “amigos” de Epstein, de acordo com Gawker. Não se sabe se Clinton já visitou a lha.

O Judicial Watch, um grupo conservador de vigilância, entrou com um pedido de Liberdade de Informação em 2015 para que o Departamento de Segurança Interna dos EUA obtivesse registros de todas as despesas do Serviço Secreto incorridas para fornecer “segurança e / ou outros serviços” ao ex-presidente Bill Clinton durante seu mandato. viagens com Epstein.

Michael Bekesha, um advogado do Judicial Watch, disse ao TheDCNF que o DHS nunca produziu nenhum registro.

O pedido da DCNF sobre Clinton e Epstein ocorreu quando centenas de assessores leais a Clinton, trabalhadores de campanha e ex-funcionários da Casa Branca convergiram para a Biblioteca Presidencial para comemorar o 25º aniversário da primeira vitória do Presidente na Casa Branca.

Enquanto a conferência se reunia em meio a um turbilhão de acusações de agressão sexual contra homens proeminentes na política, na indústria e em Hollywood, nada disso foi levantado nos programas do 25º aniversário.

James Carville, o irreverente ex-gerente de campanha de Clinton de sua campanha presidencial de 1992, moderou uma longa e “segura” entrevista com Bill e Hillary Clinton na biblioteca.

Em vez disso, a conferência abordou o meio ambiente, a política educacional, o desenvolvimento infantil, a luta nos Bálcãs e até o Projeto Genoma Humano.

Mulheres que anteriormente relataram agressões sexuais por Clinton disseram ao TheDCNF que o silêncio do campo de Clinton sobre os vôos de Epstein não os surpreendeu.

“Bem, ele é culpado e sabe que é culpado. Então, ele não vai comentar nada ”, disse Kathleen Willey, que afirma que Clinton a agrediu sexualmente enquanto trabalhava na Casa Branca. Ela trabalhou no escritório do advogado da Casa Branca e no escritório do secretário social da Casa Branca.

“Já ouvimos uma palavra dele desde que tudo isso surgiu? Quero dizer, isso vem acontecendo desde os tempos de faculdade ”, disse Willey.

Quanto aos seus voos a bordo do jato Epstein, Willey disse: “Bem, não acho que Bill Clinton estava jogando damas lá. Eu acho que é desprezível, é nojento. Ele estava lá por um motivo. Chama-se pedofilia. A maioria dessas meninas era menor de idade ”.

Juanita Broaddrick, que diz que Hillary a estuprou em um quarto de hotel em 1978, quando era procurador geral do estado, disse à TheDCNF: “Bem, eu não vejo como eles poderiam falar sobre isso agora depois de mentirem sobre isso por duas décadas e assediarem e nos destruiu. Eu não vejo como eles pessoalmente podem voltar e dizer qualquer coisa. ”

Broaddrick disse durante o ataque que Clinton mordeu o lábio com tanta força que começou a sangrar. “É melhor você colocar um pouco de gelo nisso”, ela se lembra dele dizendo que ele saiu pela porta.

“Não consigo imaginar como e de que maneira eles poderiam dizer os nomes: Paula Jones, Kathleen Willey ou Juanita Broaddrick. Eu não acho que isso venha a sair de suas bocas ”, disse Broaddrick à TheDCNF.

Ela também não ficou surpresa que o escândalo sexual não tenha aparecido na conferência de Clinton neste fim de semana.

“Eu não acho que eles vão lá e admitem qualquer coisa que Bill Clinton fez. Eu pessoalmente não acho que eles tenham coragem de fazer isso ”, disse ela.

Depois que promotores federais identificaram pelo menos 35 meninas que foram solicitadas por Epstein, o governo dos EUA optou por ter o estado da Flórida, e não acusações federais levantadas contra ele.

Ele recebeu um acordo de 13 meses de uma sentença de 18 meses no Palm Beach County Stockade. Ele só foi acusado de uma acusação de solicitar uma garota menor de idade.

A punição era tão leve que Epstein podia sair todos os dias para ir trabalhar como agente de poder no campo financeiro.

Ele também é listado como um criminoso sexual registrado e teve que fazer a restituição financeira para cerca de 30 meninas.

Epstein agora passa a maior parte do tempo em sua ilha nas Ilhas Virgens dos EUA, de acordo com o Palm Beach Post.

Para Broaddrick, as memórias do ataque de Clinton ainda são vivas. “Ainda choro, ainda sinto essa dor. Nunca vai embora ”, disse ela ao TheDCNF.

https://dailycaller.com/2017/11/19/exclusive-bill-clinton-still-silent-about-flights-on-pedophiles-sex-plane/

PADRÕES COMUNITÁRIOS E O ESCÂNDALO DE CLINTON

O relatório de Kenneth Starr ao Congresso com detalhes sobre a exploração sexual de Monica Lewinsky pelo presidente Clinton “fez mais em duas semanas do que eu fiz em um quarto de século para tornar a pornografia disponível para um público maior”, declarou o rei pornô Larry Flynt no Washington Times (22 de dezembro de 1998). As aventuras sexuais adúlteras de Clinton fizeram um longo caminho para tornar o sexo um ato “público”.

Atos sexuais antes considerados “privados”, mas agora publicados no exterior pela internet, rádio e televisão, foram discutidos nacionalmente com quase nenhum rubor. O editor da Hustler, Flynt, se orgulha do escândalo sexual de Clinton-Lewinsky por um bom motivo. Mas não porque as perversões sexuais e o adultério estão sendo divulgados como nunca antes, ele forneceu uma vantagem inesperada para os pornógrafos como o Flynt.

Desde nossa fundação, os americanos conheciam uma imagem suja quando a viram. A prova da obscenidade, disse o Presidente Abraham Lincoln em 3 de março de 1865, era qualquer coisa que “tendesse a agitar os impulsos sexuais ou levar a pensamentos lascivos sexualmente impuros”. Essa definição era aceitável até os casos de Alberts e Roth de 1957. Naquele ano fatídico, a ACLU colocou em prática os dados fraudulentos do sexo de Kinsey , citando-a perante a Suprema Corte dos EUA como prova de que uma nova classificação de obscenidade – pornografia – é inofensiva. O tribunal superior aceitou os casos baseados em Kinseyan da ACLU e estabeleceu um novo teste:“Seja para a pessoa média, aplicando os padrões da comunidade contemporânea, o tema dominante do material tomado como um todo apela para o interesse purista.” Na confusão legal que se seguiu, as fantasias dos pornógrafos caíram sob a proteção da Primeira Emenda, que nunca foi destinado a proteger a obscenidade. Desde 1957, os tribunais têm procurado medir imagens sujas por conceitos em voga atual, em oposição aos padrões de “fora de moda”, embora mais honestos, de ontem.

Esta decisão judicial e os ganhos legais obtidos desde e pelos pornógrafos perdem a luz das possibilidades futuras que o escândalo Clinton / Lewinsky oferece à indústria do sexo. O campeão Clinton Flynt sabe o que vai passar despercebido pelo público – que a conduta desonrosa de Clinton demitiu os “padrões comunitários de decência” coletivos do país. A capacidade de as pessoas comuns serem chocadas e indignadas foi irrevogavelmente reduzida pelo comportamento imprudente e imoral de Clinton. Sua divulgação pública.

Flynt percebe que essa situação nos aproxima perigosamente dos poucos tabus sexuais remanescentes na lei e na consciência nacional. Ele entende que, à medida que a barreira legal diminui, mais expansivas são suas novas oportunidades de mercado para vender as imagens perversas antes rejeitadas como ilegais, indecentes e destrutivas.

A florescente indústria da obscenidade nos Estados Unidos também deve à administração Clinton por sua vigorosa defesa da interpretação do pornógrafo da Primeira Emenda, que derrubaria todas as leis obscenas. O governo Clinton, muito mais do que se impor na aplicação das atuais leis de obscenidade, buscou abrir novas fronteiras para legalizar as perversões. Uma ilustração disso é o revolucionário caso de pornografia infantil Knox de 1994.

Knox, um infrator anterior de leis de pornografia, tinha fitas de vídeo de garotinhas “entre dez e dezessete anos” que estavam vestidas com trajes formais. De acordo com a Corte de Apelações dos Estados Unidos, “o fotógrafo ampliaria a área púbica e genital das crianças”. O anúncio em vídeo dizia: “é quase como vê-los nus (alguns dizem melhor).” Procuradora Janet Reno, campeã dos Estados Unidos encarregado de defender a lei que protege as crianças, vigorosamente tomou o lado do usuário de pornografia infantil Knox! O advogado Ronald D. Ray e eu enviamos um amicus em apoio às crianças no caso Knox. Felizmente, o Tribunal de Apelações da Filadélfia tomou o partido de Reisman e Ray contra a indústria da pornografia e
Procurador Geral. O Departamento de Justiça de Clinton rejeitou o processo por violações de obscenidade a uma taxa de 68% em 1993, 95% em 1994, 100% em 1995 e 70% em 1996. O vice-adjunto da Seção de Exploração Infantil e Obscenidade chamou a decisão de desconsiderar a obscenidade. processos judiciais um benefício para a indústria do sexo.

Sim, Bill Clinton é o político e filosoficamente do pornógrafo, e é por isso que Flynt pegou o porrete e começou a exigir retribuição da “ala direita radical” por impedir o predador sexual na Casa Branca. Flynt está divulgando os pecadilhos sexuais de Bob Livingston, Bob Barr e outros altos funcionários eleitos, aumentando ainda mais a deflexão de Clinton de perjúrio e as acusações de obstrução, reduzindo a questão ao sexo “simplesmente”. O ex-assessor de Clinton, Dick Morris, disse: “Eu apostaria que o meu último dólar” é que a Casa Branca está ligada às revelações de “terra queimada” de Flynt , que têm como alvo – com uma exceção – apenas republicanos.
Flynt oferece uma ótima cobertura enquanto a equipe de Clinton persegue agressivamente a “política de destruição pessoal”, enquanto o presidente, como a voz paternal da razão, alerta publicamente contra “entrar em um lugar onde a destruição pessoal governa o dia”.

Enquanto isso, os pesquisadores do establishment afirmam que os americanos estão escancarando o escândalo sexual de Clinton – um sinal esperançoso para Flynt e seus parceiros de perversidade de que essa sociedade sexualmente coesa está abandonando as proteções de um padrão moral baseado na castidade e na fidelidade matrimonial.

Uma sociedade que comercializa o “padrão comunitário” baseado em amor, honra e dever e, em vez disso, abraça o padrão do Kinseyan e do pornógrafo de “vale tudo”, faz, não o amor, mas alimenta o afrodisíaco final. Inextricavelmente, essa nova desordem social leva a sociedade para a objetificação sexual de seus mais impotentes. A indústria do sexo norte-americana, sempre ansiosa por expandir-se aos lucrativos mercados de exploração dos que não têm poder por amor ao dinheiro, pode agora começar a considerar razoavelmente a legalização do “último tabu”: a objetificação sexual de crianças pequenas.

O “padrão comunitário contemporâneo” da nação, atualmente em voga pelo escândalo de Clinton, logo trará uma nova urgência à questão: “Pais, vocês sabem onde estão seus filhos?”

https://www.wnd.com/1999/01/2677/

CONVENCIÓN BELÉM DO PARÁ (MESECVI) MESECVI/CEVI/DEC.4/14 Undécima Reunión del Comité de Expertas/os 19 de septiembre 2014 Practicar las diligencias periciales teniendo en cuenta los derechos fundamentales de inviolabilidad e integridad física y moral de las mujeres, niñas y adolescentes víctimas de violencia, observando los criterios de razonabilidad y proporcionalidad, siempre bajo la existencia de consentimiento previo e informado de las víctimas; Reducir la cantidad de intervenciones de las mujeres, niñas y adolescentes víctimas de violencia sexual en el proceso a una declaración o denuncia única, en la medida de lo posible, e interrogando a las víctimas únicamente sobre el hecho denunciado en búsqueda de obtener la información mínima e imprescindible para la investigación, en aras de evitar la revictimización; Realizar investigaciones prontas y exhaustivas teniendo en cuenta el contexto de coercibilidad como elemento fundamental para determinar la existencia de la violencia, utilizando pruebas técnicas y prohibiendo explícitamente las pruebas que se sustentan en la conducta de la víctima para inferir el consentimiento, tales como la falta de resistencia, la historia sexual o la retractación durante el proceso o la desvalorización del testimonio con base al presunto Síndrome de Alienación Parental (SAP), de tal manera que los resultados de éstas puedan combatir la impunidad de los agresores; Prohibir los mecanismos de conciliación o avenencia entre el agresor y las víctimas de violencia sexual contra las mujeres, y las causas eximentes o excluyentes de responsabilidad en esos casos, que mandan un mensaje de permisividad a la sociedad, refuerzan el desequilibrio de poderes y aumentan el riesgo físico y emocional de las mujeres que no se encuentran en igualdad de condiciones en la negociación